FISK - Bragança Paulista
Dicas e curiosidades sobre o idioma inglês
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
7 Dicas para melhorar as habilidades no inglês
São Paulo – Começar a estudar o idioma é o primeiro passo. Mas o
caminho até a fluência é longo e para algumas pessoas passa
obrigatoriamente por um obstáculo difícil de superar: o bloqueio para
falar.
Para o instrutor do Berlitz Educação Global, Luis Simões, que tem duas décadas de experiência em ensino da língua inglesa, casos de estudantes que reclamam da dificuldade em por em prática o que aprenderam em uma conversação são frequentes.
Mas o que fazer, neste caso? É possível destravar as habilidades de conversação em inglês ou em qualquer outro idioma? Para dois especialistas consultados por EXAME.com é, sim, totalmente possível. Para isso, eles selecionaram algumas dicas. Confira:
Na opinião dele, a vergonha por não ter a pronúncia de um nativo é reflexo do perfeccionismo. Mas, antes de ficar mudo ao menor sinal de uma conversa em outra língua, leve em consideração que o importante é transmitir a mensagem e ser compreendido. “Hoje em dia não se censura a regionalidade, até se valoriza que traços locais sejam conservados”, diz Simões.
A exposição ao idioma e o erro são fundamentais para o aprendizado, afirma a especialista. “É como aprender a dirigir. Se só estudar o livrinho, não sai dirigindo. Se tiver medo de pegar o carro ou de deixar o carro morrer, não aprenderá”, explica.
“Só se aprende começando a falar”, concorda Simões. Errar é importante durante o processo de aprendizado, explica. “É ótimo acertar, mas a pessoa não esquece os erros especialmente quando são corrigidos”, diz o professor do Berlitz.
É comum o receio de que o estrangeiro vai agir com dureza ao ouvir seu interlocutor cometendo um erro. “Muito pelo contrário, ao perceber o interesse em aprender a sua língua, o estrangeiro fica feliz e valoriza o esforço”, diz Simões.
Por isso, é raro que façam qualquer correção espontaneamente. “Seria uma grosseria”, diz o professor do Berlitz.
Para os mais tímidos, é uma boa forma ir “soltando a língua” em situações mais informais, primeiro.
Quem frequenta cursos regulares do idioma deve entender que aquele é o momento certo para se esforçar e tentar, de fato, falar na outra língua.
“Dificilmente as pessoas saem da escola e vão buscar sozinhas situações em que vão praticar o idioma. Por isso, é importante praticar em sala de aula”, diz.
E a especialista alerta: “Monteiro Lobato disse: quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê. A leitura constante nos dá vocabulário, consolidação de estruturas gramaticais e milhões de ideias de como se expressar”. Por isso lembre-se, ler e ouvir são essenciais também para destravar a fala.
“A leitura no aprendizado do inglês ou de outros idiomas muito diferentes do português acontece de forma gradativa, pois o aluno precisa ter um nível pré-intermediário para começar a ler temas variados e conteúdo mais densos”, lembra a especialista. Comece aos poucos e escolha textos adequados ao seu nível de conhecimento.
Ficar traduzindo palavra por palavra de um texto, além de chato e demorado, é um perigo, diz Simões. “As palavras têm significado cultural”, lembra Simões. Ele cita a expressão “chá de cadeira”, em português. Nesse caso, fica claro que a tradução literal não funcionaria.
“O importante é perceber quais são as palavras mais importantes e se está sendo possível acompanhar a história. Se não está, é hora de parar e procurar o significado das palavras”, diz Simões.
Comece com filmes que você já viu e conhece a história para testar sua capacidade compreensão. Ou aposte em filmes de ação, que têm frases mais curtas e objetivas. “As comédias têm muita gíria e romances épicos trazem vocabulário de difícil compreensão“, lembra Simões.
“Música ajuda muito e acrescenta vocabulário. Mas é importante ter em mente que trata-se de uma poesia, portanto quem manda é a harmonia”, diz Simões se referindo às gírias e à linguagem mais distante do padrão de algumas canções.
Fonte: Exame
Para o instrutor do Berlitz Educação Global, Luis Simões, que tem duas décadas de experiência em ensino da língua inglesa, casos de estudantes que reclamam da dificuldade em por em prática o que aprenderam em uma conversação são frequentes.
Mas o que fazer, neste caso? É possível destravar as habilidades de conversação em inglês ou em qualquer outro idioma? Para dois especialistas consultados por EXAME.com é, sim, totalmente possível. Para isso, eles selecionaram algumas dicas. Confira:
1 Não tenha vergonha do sotaque
“As pessoas se preocupam muito, principalmente, as mais tímidas e
reservadas. Elas tendem a procurar desculpas para não falar”, diz
Simões. Uma das justificativas para o bloqueio é o sotaque forte,
segundo o professor do Berlitz.Na opinião dele, a vergonha por não ter a pronúncia de um nativo é reflexo do perfeccionismo. Mas, antes de ficar mudo ao menor sinal de uma conversa em outra língua, leve em consideração que o importante é transmitir a mensagem e ser compreendido. “Hoje em dia não se censura a regionalidade, até se valoriza que traços locais sejam conservados”, diz Simões.
2 Fale sem medo de errar
Autocrítica muito elevada é um dos fatores limitantes para o
aprendizado, diz Rosângela Souza, fundadora e sócia-diretora da
Companhia de Idiomas e do ProfCerto.A exposição ao idioma e o erro são fundamentais para o aprendizado, afirma a especialista. “É como aprender a dirigir. Se só estudar o livrinho, não sai dirigindo. Se tiver medo de pegar o carro ou de deixar o carro morrer, não aprenderá”, explica.
“Só se aprende começando a falar”, concorda Simões. Errar é importante durante o processo de aprendizado, explica. “É ótimo acertar, mas a pessoa não esquece os erros especialmente quando são corrigidos”, diz o professor do Berlitz.
3 Não tenha receio de ser corrigido
A não ser que você peça para um estrangeiro corrigi-lo, ele não o fará,
afirma categoricamente, Luis Simões. “Nunca vi isso acontecer”, diz.É comum o receio de que o estrangeiro vai agir com dureza ao ouvir seu interlocutor cometendo um erro. “Muito pelo contrário, ao perceber o interesse em aprender a sua língua, o estrangeiro fica feliz e valoriza o esforço”, diz Simões.
Por isso, é raro que façam qualquer correção espontaneamente. “Seria uma grosseria”, diz o professor do Berlitz.
4 Aproveite as oportunidades para praticar
Não fuja, pratique. Procure pessoas que estudem ou já falem a língua e
com quem tenha mais intimidade para conversar, indica Simões. Para os mais tímidos, é uma boa forma ir “soltando a língua” em situações mais informais, primeiro.
Quem frequenta cursos regulares do idioma deve entender que aquele é o momento certo para se esforçar e tentar, de fato, falar na outra língua.
“Dificilmente as pessoas saem da escola e vão buscar sozinhas situações em que vão praticar o idioma. Por isso, é importante praticar em sala de aula”, diz.
5 Equilibre habilidades de compreensão, leitura, escrita e fala
O ideal é ter o equilíbrio na prática das quatro habilidades, defende
Rosângela. “Só que a mais difícil é a conversação”, ressalta.E a especialista alerta: “Monteiro Lobato disse: quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê. A leitura constante nos dá vocabulário, consolidação de estruturas gramaticais e milhões de ideias de como se expressar”. Por isso lembre-se, ler e ouvir são essenciais também para destravar a fala.
“A leitura no aprendizado do inglês ou de outros idiomas muito diferentes do português acontece de forma gradativa, pois o aluno precisa ter um nível pré-intermediário para começar a ler temas variados e conteúdo mais densos”, lembra a especialista. Comece aos poucos e escolha textos adequados ao seu nível de conhecimento.
Ficar traduzindo palavra por palavra de um texto, além de chato e demorado, é um perigo, diz Simões. “As palavras têm significado cultural”, lembra Simões. Ele cita a expressão “chá de cadeira”, em português. Nesse caso, fica claro que a tradução literal não funcionaria.
“O importante é perceber quais são as palavras mais importantes e se está sendo possível acompanhar a história. Se não está, é hora de parar e procurar o significado das palavras”, diz Simões.
6 Assista filmes com legendas no idioma original
Para níveis a partir do intermediário, Simões indica assistir a séries
ou filmes com legendas no idioma original. “Para acompanhar juntamente
com o áudio”, diz o professor.Comece com filmes que você já viu e conhece a história para testar sua capacidade compreensão. Ou aposte em filmes de ação, que têm frases mais curtas e objetivas. “As comédias têm muita gíria e romances épicos trazem vocabulário de difícil compreensão“, lembra Simões.
7 Ouça músicas acompanhando a letra
Mais uma forma de usar o interesse a favor do aprendizado do idioma. Escolha músicas de que gosta e pesquise a letra.“Música ajuda muito e acrescenta vocabulário. Mas é importante ter em mente que trata-se de uma poesia, portanto quem manda é a harmonia”, diz Simões se referindo às gírias e à linguagem mais distante do padrão de algumas canções.
Fonte: Exame
Quanto ganha um professor de inglês? É um bom começo para a carreira?
Veja quanto um professor de inglês ganha em média e quais carreiras eles seguem:
Fonte: Catho Onlinehttp://home.catho.com.br/profissoes/professor-de-ingles/#o-que-faz-um-professor-de-ingles
9 dados que comprovam a importância de falar inglês
9 dados que comprovam a importância de falar inglês
Dominar a língua inglesa tem se tornado cada vez mais imprescindível no mercado de trabalho
Já é sabido que falar inglês é essencial no mercado de
trabalho atual. No mundo globalizado, é preciso estar conectado e pronto para
compreender informações vindas de diversas partes do mundo.
Dois estudos revelaram que a preocupação com a língua
inglesa parte de todos os lados no mundo corporativo. E caso você ainda não
tenha se convencido da grande importância de dominar este idioma, talvez seja
melhor dar uma olhada nos dados abaixo:
Pesquisa da Robert Half, realizada com 100 diretores de RH,
revela que:
- 80% dos diretores de RH afirmam que a fluência em inglês é
importante para os negócios.
- 7% dos diretores de RH afirmam reembolsar gastos de
funcionários com estudo de inglês.
- 20% dos entrevistados disseram ter nível avançado de
inglês.
- 45% dos entrevistados disseram ter nível intermediário de
inglês.
- Apenas 35% dos entrevistados possuem nível básico ou
nenhum de proficiência em inglês, e que querem melhorar.
Enquanto isso, o Estudo The Rise Of Linguarati, da Education
First Corporate Language Learning Solutions, mostrou que:
- 75% das empresas brasileiras consideram o uso do inglês
muito útil no dia-a-dia.
- 37% das companhias brasileiras indicaram que o uso do
inglês cresceu de forma “muito significativa” nos últimos 3 anos.
- 51% dos brasileiros perguntados acreditam que o uso do
inglês nas comunicações internacionais crescerá “muito significativamente” nos
próximos 3 anos.
- 78% dos brasileiros entrevistados disseram desejar
melhorar o próprio nível de inglês.
Os dados acima apenas comprovam uma tendência que há muito
já pode ser observada no mercado de trabalho. Se você ainda não domina a língua
inglesa, talvez seja a hora de correr atrás do prejuízo.
Fonte: gazetadopovo.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)